domingo, 31 de maio de 2009

Debutante

O amigo Leandro Pires completou 15 anos de fotografia. Para comemorar editou um vídeo com algumas de suas fotos nesses longos anos registrando momentos do skate brasileiro.

Leandro Pires, 15 anos de fotografia


Parabéns Leandro!!! Você está "apenas" debutando na fotografia, logo logo atingirá a maioridade, mas a maturidade tu já atingiu!!!

Fernando Arata

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Fotuagem - Marcos Bollmann

Em agosto de 2008 fui a trabalho para Curitiba, aproveitando a viagem marquei minhas atividades para uma quinta e sexta-feira, ficando assim o sábado e domingo para curtir a cidade e retornar para São Paulo.

Nessa ida para Curitiba tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o amigo Marcos Bollmann e seus filhos Erick Bollmann e Caio Bollmann. Fui com a minha família e também convidei e levei o amigo Uriel “Punk” para passar esses dias por lá, onde o Uriel inclusive hospedou-se na residência dos Bollmann’s.

No sábado (02/08/2008) marcamos de ir à praça CWB, local que ainda não conhecia. Passamos a tarde entre fotos e conversas.

Minha esposa Monica e minha filha Nicoly na CWB


Agora, alguns meses depois recebo a notícia pelo Marcos que utilizou uma de minhas fotos tiradas no dia para usar de base para a sua primeira tatuagem. Da foto foram utilizados para o desenho o Erick fotografando o Caio em um nollie crocked, onde o obstáculo da foto foi substituído pelo sobrenome Bollmann.

Foto que originou o desenho da tattoo

Outro ângulo da manobra de Caio Bollmann


É gratificante saber que uma foto sua acabou transformando-se em uma tatuagem.

Segue a seguir o relato publicado no site Campeonatos de Skate pelo Marcos Bollmann contando toda a história da tatuagem.

Texto e fotos: Fernando Arata

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Há algum tempo pensava em fazer uma tatuagem, algo bem discreto, como por exemplo, o nome da família no antebraço direito, coisa pequena só para constar mesmo.

Porém a decisão não era fácil, eu com meus 51 anos de idade, a opinião da família e dos amigos mais chegados e todo o preconceito que ainda existe nesta arte.

Tirando o desenho da foto - Foto: Erick Bollmann


Bem, a oportunidade surgiu quando fiz a divulgação do Tatoo Session Drop Dead, de 17 a 21 de abril. Foram cinco dias de muitas sessões de tatuagem com um renomado tatuador Davi Escobar, que reside na paradisíaca Florianópolis, em Santa Catarina. Davi tem como seus principais clientes, nomes como Otávio Neto e Vitor Simão no skate, Binho Nunes e Peterson Rosa no surf, entre tantos outros.

Definido o desenho - Foto: Erick Bollmann


Frequentamos a Drop Dead Skate Park na semana que antecedia os dias das sessions de tatuagem e como a maioria sabia da minha intenção de fazer uma, a pressão só aumentava e tinha que decidir para fazer seu agendamento. E assim foi. Tatuador da mais alta qualidade, local mais que perfeito, sendo no interior da pista da Drop, na antiga Toca da Raposa. Agendada para terça-feira dia 21 de abril às 14 horas... Só faltava mesmo definir a tatuagem.

Preparando a maquininha - Foto: Erick Bollmann


Já estava ansioso no dia anterior e não dormi muito bem à noite. Acordei as três e meia da madrugada, meio que sonhando com vários desenhos de tatuagens. Nessa hora lembrei de uma foto tirada na Praça CWB, pelo fotógrafo Fernando Arata de São Paulo, com o Erick sentado ao chão e fotografando o Caio dando um Nollie Crooked no caixote. Estava decidida a tatuagem. Seria esta foto com algumas alterações.

Início dos traços - Foto: Erick Bollmann


No dia marcado para a tatuagem, almocei junto com o Caio e o Erick. O assunto não podia ser outro...a tatuagem. Mas eles ainda pensavam naquela que havia sempre comentado - o nome Bollmann, bem discreto no braço direito. Eu estava muito ansioso, se ia ficar boa, as dores que todos sempre sentem, o resultado final e os comentários de todos.

Tudo sendo registrado em vídeo e fotos - Foto: Erick Bollmann


Chegamos a Drop e o Davi já estava preparando tudo. Ele me explicou como eram os procedimentos e em seguida mostrei a foto e coloquei alguns detalhes de como queria que ficasse o resultado final. O Caio dando a manobra e o Erick sentado no chão foi tirado em escala no papel que seria o modelo para a tatoo. Ao invés do caixote, colocaria o nome Bollmann com o Caio dando a manobra sobre as letras.

Foram três horas tatuando - Foto: Erick Bollmann


Com isto, o Davi começou a definir os traços da tatuagem, levando cerca de uma hora neste trabalho. Posicionamos o desenho ainda em papel, no braço esquerdo, foram feitos alguns ajustes, pois ela tinha ficado maior do que o desejado inicialmente. Mas estava definida e seria aquela mesma.

Tattoo e foto - Foto: Erick Bollmann


Bem, as agulhadas são totalmente suportáveis e a agonia maior foi esperar por quase três horas de trabalho para se ver o resultado final. Fiquei impressionado com a qualidade das linhas que definiram a tatuagem e depois, numa terceira fase de trabalho, quando o Davi começou a sombrear todas as partes, detalhando e dando vida ao desenho, não pude conter a minha alegria de vê-la terminada. O resultado pode ser visto nas várias fotos tiradas pelo Erick, desde o desenho inicial até a tatuagem terminada.

Tattoo finalizada - Foto: Erick Bollmann


Quero agradecer ao Davi pela qualidade excepcional do trabalho feito na minha tatuagem e na de todos que estiveram nesta primeira Tatoo Session Drop Dead. A todos da Drop pelo apoio, ao Fernando Arata pela fotuagem e principalmente aos meus filhos, que me permitiram este marco na minha vida, tatuando não só no nome da família, mas gravando para sempre o que todos nós temos de mais especial em nossas vidas, que é a paixão pelo skate.

Davi Escobar e Família Bollmann


Você pode conferir os trabalhos do tatuador Davi Escobar nos sites:
http://www.myspace.com/davitattoo
http://www.fotolog.com/davi_tattoo
http://www.laluzexpedition.blogspot.com/

Texto: Marcos Bollmann

Fernando Arata

sexta-feira, 1 de maio de 2009

II Pega na Praça WW 2009

Pela segunda vez fui prestigiar os amigos organizadores do evento. A "competição" reuniu 78 biker's na prova, mas o intuito não é a disputa para saber quem é o melhor, e sim o de juntar os amigos para passar o feriado se divertindo. Conseguiu-se reunir num belo dia de feriado aproximadamente 150 pessoas, dentre competidores e biker's/público.

Luiz Fernando Giovannini - organizador do evento

Marcelo S. Massukado - "Fatboy"

Humberto Rio - "Nanico"


No meu caso o meu "dever" era fotografar o evento, algo que fiz com prazer. Mas o melhor é estar com os amigos e ver que eles estão movimentando a cena em São Paulo.





Mesmo sendo uma "brincadeira" a galera botou pra baixo! E nessa edição me parece que as quedas foram mais frequentes, mas ninguém saiu seriamente machucado. Ao final da competição foram anunciados os vencedores das duas categorias em disputa (até 30 anos e acima de 30 anos). Muitos outros prêmios também foram sorteados entre os participantes, oferecidos pelas pessoas/empresas que acreditaram no sucesso do evento.




Todo o valor arrecadado com as inscrições, que foi de R$780,00, será doado para ao Centro de apoio a criança carente com câncer Cândida Bermejo Camargo (www.centrocbc.com.br).

Os resultados estão no Fórum DH Brasil:
http://www.dhbrasil.com.br/forum/

Convidei o amigo fotógrafo Heber Garcia para também fotografar o evento, e suas fotos podem ser visualizadas no link abaixo.

http://www.flickr.com/photos/hebergarcia/


Acredito que todos sairam de lá com a cabeça feita.

Essa confraternização veio para ficar! Já estou aguardando a terceira edição!

Fernando Arata

Crocante Cup

Através do amigo Marcelo Massukado (Fatboy) fui convidado pelo Gustavo Astolphi (proprietário da loja Pedal Urbano) para realizar a cobertura do Crocante Cup para a sua equipe.

Gustavo Astolphi (Pedal Urbano)


Realizada em Vinhedo (SP), a competição teve a duração de cinco horas. O percurso era de aproximadamente seis quilômetros, onde se competia em dupla ou individualmente.

Gustavo Astolphi durante a competição


Eu resolvi que iria percorrer todo o percurso com o equipamento fotográfico. Na minha cabeça o trajeto passaria por trilhas em mata fechada, mas me enganei. Durante as cinco horas fiquei debaixo de um sol escaldante, mas mesmo assim valeu a pena.

Gustavo em um trecho de descida


* - acredito que devo ter sido o único fotógrafo no evento a dar uma volta completa no percurso.

Bom, sai de lá com a missão cumprida.

Agradeço ao Gustavo pelo convite e ao Marcelo Massukado pela carona.

Fernando Arata